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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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As 10 piscinas mais bonitas do mundo para refrescar este ínicio de férias 'calientes'

Mäyjo, 01.08.15

Quem pediu um verão quentinho?

Eu, eu, que adoro calor. Mas 30º C à noite? Melhor ainda! Que maravilha!

Estas férias pedem biquíni, protetor solar e água, muita água. Piscinas, muitas piscinas com água gelada, de preferência. O maravilhoso site hand luggage only fez uma seleção das 18 piscinas mais espetaculares do mundo, mas eu sou mais exigente ainda e escolhi só dez. São dez piscinas de sonho – no meio da montanha, no mar ou na cidade. E claro, juntei duas portuguesas. Um post para se refrescar e sonhar com férias recheadas de calor.

 

1. Hotel The Cambrian, Suíça

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Olhe bem para esta fotografia. Não preciso de dizer mais nada, pois não?

 

OS 15 LOCAIS MAIS QUENTES DE 2014

Mäyjo, 24.06.15

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O ano passado foi o mais quente alguma vez registado, de acordo com os dados da NASA e da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos.

Com temperaturas globais 0,69 graus Celsius superiores à média do século XX, os cientistas indicam de 2014 foi o ano mais quente de sempre, batendo os recordes anteriores de 2005 e 2010, escreve o Guardian. Com a excepção de 1998, os dez anos mais quentes dos registos históricos – que começaram em 1880 – foram registados depois de 2000.

Conheça alguns dos locais onde o mercúrio dos termómetros mais disparou em 2014.

Nordeste do Pacífico

As temperaturas da superfície oceânica atingiram valores em 2014 nunca antes alcançados, especialmente no norte do Pacífico. Em Abril, ventos do oeste começaram a espalhar o calor da superfície oceânica ao longo do equador até ao leste do Pacífico – libertando calor que esteve aprisionado nas profundezas do mar quase uma década. As águas invulgarmente quentes alteraram os cursos dos furacões, enfraqueceram as correntes de vento e espalharam o branqueamento dos corais no Havai e pelo restante Pacífico.

Reino Unido

O último ano não foi apenas o mais quente no Reino Unido desde que começaram a ser registados os dados modernos, que remontam a 1910. Foi também o ano mais quente dos últimos 350 anos no território britânico. Além do calor, 2014 foi também bastante molhado para esta região do globo – recorde-se as cheias severas no início do ano.

Áustria

A Áustria – um dos 19 países europeus que vivenciaram o seu ano mais quente de sempre dos registos modernos – teve o outono mais quente desde 1767, com temperaturas 2,2 graus Celsius superiores à média esperada para esta altura do ano.

Islândia

A Islândia, localizada imediatamente abaixo do Círculo Polar Árctico, é um dos locais do planeta que está a aquecer mais rapidamente. Em Junho, todas as estações meteorológicas do país registaram temperaturas entre as sete mais quentes dos seus registos. Reiquejavique registou o quarto mês de Junho mais quente desde 1871, e o mais chuvoso desde 1920.

Alemanha

Em 2014, o tempo foi quente, solarengo e seco na Alemanha. A temperatura média do ano todo foi 10,3 graus Celsius, o que faz do último ano o mais quente de sempre desde que as temperaturas deste país começaram a ser registadas em 1881. Ao longo do ano, quase todas as estações meteorológicas foram registando novos recordes, com o dia mais quente registado a 9 de Julho numa localidade perto da cidade de Baden-Baden, onde as temperaturas atingiram os 37,7 graus.

Noruega

O país nórdico começou a registar as temperaturas médias anuais em 1900 e, de acordo com os registos, o verão do último ano foi o mais quente de sempre. Em Julho, o mercúrio dos termómetros registava temperaturas 4,3 graus superiores à média de 1961-1990. A maior parte do centro da Noruega registou temperaturas seis a sete graus mais quentes que a norma. A temperatura recorde do ano, de 34,5 graus, foi registada em Buskerud, a noroeste de Oslo.

Finlândia

As temperaturas na Finlândia têm aumentado quase ao dobro da média global nos últimos 166 anos – 0,14 graus por década. Durante o verão, o país foi atingido por uma onda de calor excepcionalmente prolongada, com o instituto meteorológico finlandês a registar temperaturas superiores a 25 graus por semanas consecutivas. No geral, 2014 foi o segundo ano mais quente de sempre no país.

Austrália

Embora as temperaturas de 2014 não tenham atingido os valores registados em 2013 – quando o gabinete meteorológico australiano foi obrigado a adicionar novas cores à escala da temperatura -, o último ano foi o terceiro mais quente de que há registo. Durante o Open de Ténis da Austrália houve desmaios e alucinações. A cidade de Nova Gales do Sul registou o ano mais quente de sempre e a de Victória o segundo.

Argentina

A Argentina atravessou no último ano a pior onde de calor alguma vez registada no país. A procura energética para alimentar ventiladores, ventoinhas e ares condicionados levou a falhas energéticas, sendo que alguns bairros de Buenos Aires ficaram sem electricidade durante duas semanas. As temperaturas mais elevadas registaram-se no noroeste do país, cerca de 45,5 graus.

Médio Oriente e Norte de África

O Médio Oriente e o Norte de África estão expostos aos riscos da escassez de água e destruição de campos de cultivo devido às alterações climáticas. Djerba, a maior ilha ao largo do norte de África foi apanhada pela mesma onda de calor que afectou o sul da Europa em Novembro, registando 33,5 graus no dia 30 desse mês.

Madagáscar

Durante Agosto, Madagáscar foi fustigada por pragas bíblicas de gafanhotos, que destruiu plantações de milho e arroz. De acordo com os cientistas, foi uma onda de calor que empurrou os insectos das terras altas do centro da ilha para a capital à procura de alimento. As temperaturas em Janeiro de 2014, o mês mais quente do ano, atingiram 39 graus, 8,5 graus acima da média.

China

Várias províncias no centro e sul da China foram afectadas por secas e temperaturas recorde. Outras províncias registaram os menores índices de pluviosidade dos últimos 50 anos, o que foi prejudicial às plantações e colocou as reservas de água em risco. A televisão chinesa mostrou estradas a derreter e pessoas a cozinha em cima dos tejadilhos de carros, assim como um carro que se incendiou devido ao calor extremo. A localidade de Tuyoq registou a temperatura mais quente de sempre para um local terrestre habitado – 48,7 graus Celsius, a 20 de Junho.

Leste da Rússia

O tempo extremo no leste da Rússia – neve anormal, tempestades de granizo e inundações – contribuíram para um aumento dos ataques de ursos. Os peritos indicam o tempo extremo terá interferido com o relógio biológico dos animais e com os recursos alimentares. Adicionalmente, foram registadas temperaturas recorde nas cidades siberianas de Kemerovo, Novosibirsk e Novokuznetsk.

Bolívia

A Bolívia registou dois novos recordes de temperatura durante a vaga de calor que atingiu o país, assim como o Brasil e o Paraguai. A 15 de Outubro, a cidade de Villamontes registou a temperatura mais quente do mundo para aquele mês, com 46,2 graus.

Paraguai

Tal como a Bolívia e o Brasil, o Paraguai foi atingido por uma onda de calor extrema. As temperaturas estiveram entre seis a 12 graus superiores à média em todo o território. A cidade de Mariscal Estigarribia excedeu os 35 graus Celsius durante mais de um mês.

Foto:  Gary Winstanley / Creative Commons

Calor extremo mata milhares de morcegos na Austrália

Mäyjo, 14.09.14

Calor extremo mata milhares de morcegos na Austrália

 

“Normalmente, [os morcegos] apenas se encontram no topo das árvores, mas durante o dia eles estavam a voar cada vez mais baixo… a tentar encontrar abrigo do sol”, explicou Paas. Segundo o jornal britânico, parte da colónia de 10 mil morcegos terá morrido no sábado.

 

Para além das perdas de biodiversidade, esta situação está a pôr as autoridades em alerta devido a questões de higiene e saúde pública.

 

“Pediram-me para não tocar nos morcegos, para não correr o risco de ficar infectado”, continuou Paas.

 

Gavis Miles, voluntário da Bats QLD, explicou que o calor está por trás destas mortes. A colónia de morcegos em Woodford, também em Queensland, situa-se entre os cinco e os 20 mil indivíduos. A sua equipa conseguiu salvar cerca de 250 animais.

 

“Ainda estão corpos em todo o lado, estamos falar de milhares de animais mortos”, explicou Miles, que acrescentou que em Woodford a temperatura chegou aos 48ºC.

Austrália: onda de calor é consequência das alterações climáticas provocadas pelo homem

Mäyjo, 22.01.14

Austrália: onda de calor é consequência das alterações climáticas provocadas pelo homem

 

O sul da Austrália está a atravessar uma onda de calor extremo, com os termómetros a ultrapassarem os 40ºC. Apesar de ser verão, as temperaturas anormais estão a provocar vários incêndios, a falhas no abastecimento eléctrico e até a levar a desistências de tenistas no Open da Austrália, a decorrer em Melbourne.

Os cientistas indicam que a vaga de calor extremo é um exemplo claro de como as alterações climáticas provocadas pela espécie humana estão a ter consequências na variabilidade natural do clima.

Segundo Sarah Perkins, da Universidade New South Wales, especialista no clima australiano, as últimas vagas de calor ocorreram na ausência do El Ninõ, fenómeno climático de carácter atmosférico e oceânico, que provoca o aquecimento anormal das águas superficiais e pouco profundas do Oceano Pacífico Equatorial. “Habitualmente esperamos que as temperaturas mais elevadas ocorram com maior frequência durante a fase do El Ninõ, porém, estamos a verificar ondas de calor consecutivas que não são provocadas pela variabilidade do clima”, afirma a especialista, citada pelo Financial Times.

Esta semana, as temperaturas ultrapassaram os 40ºC várias vezes e esta é a segunda vaga de calor extremo em quinze dias. Recentemente, o instituto de meteorologia australiano confirmou que 2013 foi o ano mais quente desde que se monitoriza a temperatura anual do país. As temperaturas médias estiveram 1,2ºC acima da média a longo-prazo, ultrapassando o recorde de 2005, quando os termómetros estiveram 0,5ºC acima da média.

 

in: Green Savers